domingo, 30 de dezembro de 2012

MEU MUNDO RENASCEU QUANDO PERSEGUI MEUS OBJETIVOS




Meu mundo
"renasceu"
quando
percebi que eu
tinha esquecido de mim
e que eu poderia voltar
a vida e ser Melhor !
Minha poesia traz as
lindas flores que esqueci
nos jardins
de minha história ...
Então floresceram
quando lembrei de voltar e buscar
nas raizes mortas a dignidade de ser eu mesma...
Hoje tenho das flores o seu melhor perfume
porque encontrei vida
no meu universo
das palavras !
Rachel Omena
Maceió - Alagoas 
TODAS AS MINHAS POESIAS PODEM SER ENCONTRADAS NO BLOG O CRISTAL DE UMA MULHER

http://rachelrochaomena.blogspot.com.br/


 MORTE E A VIDA

Quando a morte apagar
a memória da minha carne
descerá para o descanso do nada
Porque dai é quando estarei viva eternamente
e livre da matéria eu irei caminhar na luz da
 paralela tangente primaveril para enfim respirar
o ar da vida
O meu espírito será o meu abraço suave
e o retrovisor da geografia e geometria
e lamentará a morte por não
entrar no meu templo de pedra
porque na luz as trevas não enxerga o que me criou
Mas, feliz do que viveu nesta vida terrena
e desceu muitas escadas 
para logo depois escalar suas fortalezas
 cada uma delas
Todas as escadas.

A vida terrena é um disfarce existencial... Uma passagem condicional, Um processo multi-terapêutico... Ela é a síndrome do tudo ser, E a febre do tudo acabar.


 EU MULHER MAR DE MEUS SENTIDOS

Sou mulher , correnteza forte
nas entranhas das pérolas e seus mistérios
onde meu segredo existe numa flor que abre-se para vida
como fascínio que regendo a lua cheia
Na ternura que foge do óbvio para se sentir atrativa
num encontro de fortaleza e império
Sou mulher que ama o calor e o brilho do sol
e nas estrelas estão meus orgasmos que banha o mar
como magia e sintonia de mil essências

Arquiteta do destino que brota paraísos
construo pontes e curvas
dentro de meu sexo fervente de amor
Em minhas mãos está deitado o meu amante
apaixonado pela música de meus sussurros embriagantes
e como fada eu faço fio do infinito prazer
 alquimia dentro de seus caminhos e sonhos
Faço da noite a brisa que sai do corpo lúcido
o calor que devora a minha paixão selvagem e inesgotável
solidificando meu próprio ar na arena perfeita entre meus seios
 latentes que transporta o cheiro de muitas rosas
Como uma borboleta,
 eu estou a voar rumo ao céu
 sonhando com a melodia do coração

ESTE AMOR TEM HORA CERTA


O homem que eu amo
tem a cor da natureza
tem o hálito da laranjeira
tem o cabelo cor do mel 
tem o desejo e a paixão
tem o silêncio das estrelas
tem o brilho do sol do meio dia
tem as mãos suaves como pluma
tem no sorriso a lua
tem no seu coração o meu amor
tenho no meu coração o seu amor
este amor tem o dia certo
a hora certa da chegada
tem o momento certo do encontro
e o infinito para viver

Rachel Omena

SOBRE SUA POESIA




Afortunados são os que tem a capacidade de escrever poesía e fazer seu outro oficio,e também são aqueles que o lêem y controem um refugio onde refrescam seu espírito com a bebida gratificante de palabras e sentimentos,que eleva seu espírito até um céu limpo de nuvens onde só brilha a luz de sua inspiração.  Uma obra de arte é boa se há nascido ao impulso de uma íntima necessidade.

Precisamente  neste  seu modo de engendrar-se  radica  e estriba  o valor da poesía, porque explora as profundidades  de onde mana a vida.  Alí radica a históriada beleza e da poesía, a que coabita em o humano e para o humano,a que vá escrevendo paralelamente a história da humanidade,e neste ordemanemento perfeito do caos que antecede a beleza se concebe a grandiosa poesia.

Muitas vezes me perguntei em meio destes desvelos que me perseguem e que me anuncia a aparição da palabra ¡ Que misteriosos meios, que sopros desconhecidos e germinais movem a este grupo de pessoas a resgatar ”tempo do tempo” para acudir,inverno e verão, embaixo da chuva persistente ou um sol que tranpassa,a cumprir com uma missão irredutível de escrever poesía.

 È muito difícil dar uma opinião sobre o proveito da poesía individualmente; depende de fatores particulares do poeta. Pode ser a concreção de uma necessidade esencial,uma maneira de ver e mostrar o mundo,uma maneira de sentir junto com outros. Do que vou fazer fazendo este prólogo deste trabalho solitario, silencioso e inspiradora que realiza a escritora brasileira Rachel Rocha Omena(Maceió – Alagoas). Recebedora deste portentoso mistério,onde recolhe a beleza que sente seu espírito,traslada a palabras com sua máxima expressão . Em cada um de seus poemas nos demonstra que a poesía é como a água que sustenta a terra. Porque atrás da palabra está o sopro de poético, é  a sombra invisível que forma a arquitetura ,das paisagens interiores do homem, que constitui a verdadeira essência do ser, que se cobre e dialoga dentro de nós mesmos.

A poesia é a instauração do ser com a palavra. Exatamente é assim. O cristal de uma mulher se transforma e se converte em beleza . Nos eleva ao universo que para a escritora é como uma infinita galeria de arte , de pequenas e grandes obras maestras que sustentam o frágil e as vezes o miserável espectro de nossas realidades. Sente em cada verso a necessidade de ligar e conciliar o mundo com o universo onde habita a harmonia como pedra angular da beleza . Levando a poeta a estabelecer seu mundo desde onde inicia a construção de seu próprio edifício para abrir a janela das escuridões para a luz, a elevação do cotidiano as comarcas da beleza, assim, a chuva sobre o jardim, o cantar dos insetos nas noites, a espuma e o cheiro do mar ao romper na praia , o aroma do pão ao ser cozido, o homem urbano e seus fantasmas diários, o amor, a ternura, a alegria, todas as pequenas e grandes coisas que fazem uma alma ir repetível poético . Rachel Rocha Omena é uma das escritoras mais peculiares da nova literatura de Alagoas. De versos  amatórios vibrantes por seu romantismo e por sua perpetua forma de amar. Leve como suspensa no tempo, os textos e a paisagem narrativo do amor que nos transmite laboriosa a cultura das palavras, nos produz o encanto e a serenidade que somente emerge de uma constante harmonia interior.
Há uma linguagem plena de desfrutes do carinho, da generosidade de compartilhar sentimentos , que faz que aflore em cada um dos leitores sentimentos e emoções que voam como uma pluma para os profundos e misteriosos filtros do amor. Esta é a ação e reação alquímica que produz fascinação e fará que nos cerque como espectadores a seu poema a cada momento.
O mérito a sua poesia é como se  saíram cristais de sua boca. Palavras de cristais, que encandeiam e encantam e caem no resplendor  da memória do leitor. Tem uma trajetória poética pela precocidade e a intensividade e que vence assim a diáspora do tempo nesta terra que há deixado a seus cantores da palavra.
Sua melhor qualidade reside em ser o centro mesmo da claridade e as inspirações do homem, de seu abismo e de seus sonhos mais altos.
Víctor Manuel Guzmán
Maceio – Alagoas, 11 de janeiro del 2011



quinta-feira, 2 de junho de 2011

CORA CORALINA UMA GRANDE MULHER E POETA





Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira. Cora Coralina, uma das principais escritoras brasileiras, publicou seu primeiro livro aos 76 anos de idade.[1]

Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.

É avó das jornalistas Ana Maria Tahan e Célia Bretas Tahan

Filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho, em casa comprada por sua família no século XIX, quando seu avô ainda era uma criança. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa de Goiás. Começou a escrever os seus primeiros textos aos quatorze anos de idade, publicando-os nos jornais locais apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com Mestra Silvina. Publicou nessa fase, 1910, o conto Tragédia na Roça. Casou-se em 1910 com o advogado Cantídio Tolentino Bretas, com quem se mudou, no ano seguinte, para o interior de São Paulo. Viveria no estado de São Paulo por quarenta e cinco anos, inicialmente nos municípios de Avaré e Jaboticabal, e depois em São Paulo, para onde se mudaria em 1924. Ao chegar à capital, teve que permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade. Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a praça do Patriarca. Um de seus filhos participou da Revolução Constitucionalista de 1932. Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, até que, em 1956, retornou para Goiás. Ao completar cinquenta anos de idade, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nesta fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD. Cora Coralina morreu em Goiânia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.


Cora Coralina morreu em 1985 aos 95 de idade, cuidou do seu interior mais do que seu exterior, tinha todas as linhas da vida no rosto, e que vida !
Um repórter perguntou à CORA CORALINA (poeta que viveu até 95 anos) o que é viver bem?Ela disse-lhe: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice.  E digo prá você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e  isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço,  com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e  isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.


Um repórter perguntou à CORA CORALINA (poeta que viveu até 95 anos) o que é viver bem?
Ela disse-lhe: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice.  E digo prá você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros.
Então silêncio! Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de  mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço,  com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”

Cora Coralina morreu em 1985 aos 95 de idade, cuidou do seu interior mais do que seu exterior, tinha todas as linhas da vida no rosto, e que vida !



Mãe


Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.

Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.

Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
"Poeminha Amoroso"

Corredores...
Eu andei
Sorri, chorei, tanto
Não me arrependi
Ganhei e perdi
Fiz como pude
Lutei contra o amor
E quanto mais vencia, me achava um perdedor
Mais tarde me enganei
Vi com outros olhos
Quando às vezes não amei a mim
Não por falta de amor
Mas amor demais me levando pra alguém
Quem?
Visitou os corredores da minha alma
Soube dos enganos
Secretos planos
E até uns traumas
Sempre fui muito só
Eu andei
Sorri, chorei tanto
Fui quase feliz
Fiz tudo que quis
Fiz como puder
Desprezei meu ego
Dando esmolas a ele com se fosse um cego
Mais tarde me enfeitei
Até pintei os olhos
Quando às vezes não amei a mim
Não por falta de amor
Mas amor demais me escapando pra alguém
Quem?
Visitou os corredores da minha alma
Soube dos meus erros
E dos nós que fiz
Bem na linha da vida
Sempre fui muito só
Aninha e suas pedras

Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso
aos que têm sede.

Quando eu te vi andava tão desprevenido
Que nem ouvi tocar o alarme de perigo
E você foi me conquistando devagar
Quando notei já não tinha como recuar
E foi assim que nos juntamos distraídos
Que no começo tudo é muito divertido
Mas sempre tinha um amigo pra falar
Que o nosso amor nunca foi feito pra durar
Por mais que eu durma eu não descanso
Por mais que eu corra eu não te alcanço
Mas não tem jeito eu não sei como esperar

Desesperar também não vou
Não vou deixar você passar
Como água escorrendo nos dedos
Fluindo pra outro lugar
Ninguém pode negar que o nosso amor é tudo
Tudo que pode acontecer com dois bicudos
Não são tão poucas as arestas pra aparar
Mas é que o meu desejo não deseja se calar
Até os erros já parecem ter sentido
Não sei se eu traí primeiro ou fui traído

Não te pedi uma conduta exemplar
Mas é que a sua ausência é o que me dói no calcanhar
Eu quero te roubar pra mim
eu que não sei pedir nada
me caminho é meio perdido
mas se perder seja o melhor destino
Agora não vou mais mudar
minha procura por si só
já era o que eu queria achar
quando você chama meu nome
Eu que tbem não sei aonde estou
pra mim que tudo era saudade
agora seja lá o que for
Eu so quero saber em qual rua
minha vida vai encostar na tua
E sai que forte eu sei chegar
mesmo se eu perder o rumo
E saiba que forte eu sei chegar
se for preciso eu sumo.
Espera aí,

Nem vem com essa história
 Eu nem quero ouvir
Não dá pra te esquecer agora
Como assim?
Você disse que me amava tanto ontem
Eu juro que ouvi
Calma aí!

Que diabo você tá dizendo agora?
Que onda é essa de outro lance pra viver?
Você nem pode tá falando sério
Vivi pra você
Morri pra você
Pois então vai
A porta esteve aberta o tempo todo, sai
O que está esperando? Você sabe voar
Então tá bom

É, senta e conta logo tudo devagar
Não minta, não me faça suportar
Você caindo nesse abismo enorme
Tão fora de mim
Tá legal

É, e eu faço o quê com a nossa vida genial?
Cê vai viver pra outra vida
E eu fico aqui
Na vida que ficou em minha vida
Tão perto de mim
Tão longe de mim
Pois então vai, a porta esteve aberta o tempo todo
Sai! Quem tá lhe segurando? Você sabe voar
Mas se quiser, vai

A porta na verdade nem existe, sai
O que está esperando? Você sabe voar De volta pra mim
De volta pra mim...
"Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre
Me prenda em seus braços
É o que eu te peço."

"Mulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas,
porque eles têm medo de cair e se machucar. 
Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,
mas são fáceis de se conseguir.

Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas,
quando na verdade, eles estão errados...
Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar,
aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."

"As pessoas mais felizes não
têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das
oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para
aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam
e tentam sempre.

Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o
dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!"

As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se pode ver nem tocar.
Elas devem ser sentidas com o coração. 
Não devemos ter medo dos confrontos. 
Até os plenetas se chocam, e do caos nascem as estrelas.
Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas
ou pelos bens que possui,
o verdadeiro valor do homem é o seu caráter,
suas idéias e a nobreza dos seus ideais.


Coração é terra que ninguém vê


Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Sachei, mondei - nada colhi.
Nasceram espinhos
e nos espinhos me feri.


Quis ser um dia, jardineira
de um coração.
Cavei, plantei.
Na terra ingrata
nada criei.


Semeador da Parábola...
Lancei a boa semente
a gestos largos...
Aves do céu levaram.
Espinhos do chão cobriram.
O resto se perdeu
na terra dura
da ingratidão


Coração é terra que ninguém vê
- diz o ditado.
Plantei, reguei, nada deu, não.
Terra de lagedo, de pedregulho,
- teu coração. Bati na porta de um coração.
Bati. Bati. Nada escutei.
Casa vazia. Porta fechada,
foi que encontrei...